Nem tudo é o que realmente parece ser

“Não vos escrevi porque não saibais a verdade; antes, porque a sabeis, e porque mentira alguma jamais procede da verdade.” (1 João 2:21)

Diz uma parábola judaica que certo dia a mentira e a verdade se encontraram. A mentira disse para a verdade:

-Bom dia, Dona Verdade.

E a verdade foi conferir se realmente era um bom dia. Olhou para o alto, não viu nuvens de de chuva, vários pássaros cantavam. Vendo que realmente era um bom dia, respondeu para a mentira:

-Bom dia, Dona Mentira.

-Está muito calor hoje, disse a Mentira.

E a verdade, vendo que a mentira falava a verdade, relaxou.

A Mentira, então, convidou a Verdade para se banhar no rio, despiu-se de suas vestes, pulou na água e disse:

-Venha Dona Verdade, a água está uma delícia.

E assim, a Verdade, sem duvidar da Mentira, tirou suas vestes e mergulhou. A mentira saiu da água e vestiu-se com as roupas da Verdade e foi embora.

A Verdade, por sua vez, recusou-se a vestir as vestes da Mentira e, por não ter do que se envergonhar, saiu nua a caminhar na rua.

Aos olhos de outras pessoas era mais fácil aceitar a Mentira vestida de Verdade, do que a Verdade nua e crua. Nada é tão parecido com a verdade do que a mentira. Cuidado!

Alimente os seus sonhos

Tem uma pergunta que o deveria sempre fazer a si mesmo: O que tem alimentado seus sonhos – os limites ou a fé? A resposta é óbvia. Para serem felizes e realizadas as pessoas precisam colocar mais fé do que limites em seus sonhos.

Limites ou crenças limitantes são pensamentos, interpretações que alguém toma como verdade, mas que são falsas ou pelo menos não são verdades absolutas. Esses limites (crenças limitantes) impedem a pessoa de viver da melhor maneira possível.

Pare de alimentar os seus limites e alimente a sua fé, abrindo assim novas possibilidades e expandindo os horizontes. Não há barreira intransponível para alguém que está cheio de fé.