A verdadeira conexão sempre gera uma energia positiva

i419465Segundo os especialistas, somos bombardeados com cerca de 35 mil mensagens por dia. Seja por onde passamos, pelo que lemos, ouvimos ou por qualquer coisa que chame nossa atenção. Todos nós nos comunicamos diariamente, quer seja pessoal ou virtualmente. Mas a grande pergunta é: estamos realmente nos comunicando com os outros? “Todos se comunicam, mas poucos se conectam”.

Estou realmente convencia que o que faz a diferença é a capacidade de manter-nos conectados com nós mesmos, com os outros e com Deus. “O solitário busca seu próprio interesse e revolta,  contra a verdadeira sabedoria.” (Provérbios 18:1)

Ser solitário é ser dividido, não ser inteiro. “Pessoas hostis são egoístas e odeiam o bom senso (entendimento)” (NCV – New Century Version).

Você já parou para pensar que reagimos de maneira insatisfatória por que estamos desconectados? O que acontece, por exemplo, quando você não tem uma boa conexão no seu celular? Você fica sem comunicação. E pessoalmente, quando você está face a face com alguém? É difícil saber se estamos conectados ou não. Muitas pessoas sabem quando a conexão de seus celulares ou internet cai, mas não sabem identificar quando estão ou não conectadas com outras pessoas.

Conexão tem a ver com ligação, união. É mais do que relacionar. É unir, é conectar “os fios” certos.Como realmente sei que estou me conectando com o outro? Alguns são habilidosos no trato com outras pessoas e poderiam ganhar o “prêmio da simpatia ou empatia”, enquanto outros possuem uma habilidade tão pequena que poderiam ganhar o “prêmio da antipatia”. A verdadeira conexão sempre gera uma energia positiva, você e o outro se sentem abastecidos por estarem juntos.

A conexão acontece quando as pessoas vão além, quando fazem um esforço extra, quando dizem coisas agradáveis sem serem forçadas ou solicitadas, quando aceitam os outros incondicionalmente mesmo conhecendo seus defeitos. Estou convencida de que podemos aprender a conectar-nos com os outros. Conexão não é algo que fazemos naturalmente, mas algo que nos esforçamos para aprender a fazer.