Resgatar os filhos dessa geração

Diariamente somos testemunhas de centenas de jovens que se perdem. Drogas, bebidas, más companhias, prostituição são apenas alguns dos males que rodeiam os jovens e os distancia cada vez mais de suas famílias e de Deus. O que fazer para conectar o jovem com sua família? 

A cada dia crianças e jovens estão mais longe dos pais, longe do respeito e do carinho da família. Longe do propósito e da vontade de Deus. A família foi criada por Deus (Gn 2:24) e tem um papel fundamental na sociedade. 

A família é a célula central de uma sociedade. Ela forma personalidade, transmite valores essenciais de convivência como a dignidade, a confiança mútua, o diálogo, a solidariedade, a obediência as autoridades.

Esses valores são muito importantes para a harmonia em uma sociedade, sabendo disso o diabo tenta inverter esses valores, distanciando os pais dos filhos gerando assim uma geração perdida e longe de Deus. 

Hoje, o papel da família na sociedade está ofuscado, a necessidade se opõe ao investimento de tempo e de relacionamento dos pais com os filhos e isso distancia cada vez mais os filhos dos pais. E se os pais não imprimem os valores aos filhos o mundo imprime os seus próprios valores.

Crianças e jovens cada vez mais distantes do projeto perfeito de Deus, longe do criador e cada vez mais perto das drogas, da prostituição, dos vícios, mais perto da morte. O mundo faz questão de pegar na mão dessas crianças e ensinar coisas que vão trazer destruição a esses filhos. 

A igreja não pode se calar diante desse cenário. Foi dado à igreja o poder para resgatar os filhos dessa geração. Como pais espirituais devemos também ensinar nossos discípulos a andar no caminho do Senhor. É necessário pegar na mão do seu discípulo e ensinar. Ensinar a dizer não ao mundo e dizer sim a vontade de Deus. 

Segundo estudo, autoestima alcança seu auge aos 70 anos

Não é novidade para ninguém que eu adoro pesquisas. Leio muito e acho interessante abordar nas minhas ministrações tais embasamentos. E hoje li uma super interessante que fala que é na velhice que estamos mais satisfeitos com nós mesmos. Cientistas da Universidade de Berna, na Suíça, investigaram a trajetória da autoestima ao longo da vida e descobriram que esse sentimento começa a se elevar entre 04 e 11 anos, quando elas se desenvolvem social e cognitivamente e se estabilizam à medida que a adolescência começa, dos 11 aos 15 anos. E, segundo os pesquisadores, a autoestima se mantém até a metade da adolescência. Depois disso, ela tende a aumentar significativamente até os 30 anos, com oscilações, mas o sentimento de autoconfiança tende a crescer.

Quando chegam aos 60 chegam, a autoestima alcança o seu auge e permanece assim até os 70 anos. Agora uma curiosidade: quem passa dos 70 e vai até os 90 anos, por exemplo, os pesquisadores afirmam que esse sentimento declina drasticamente. “Essa idade frequentemente envolve perda de papéis sociais e, possivelmente, viuvez, fatores que podem ameaçar a autoestima”, explica o autor. “Além disso, o envelhecimento muitas vezes leva a mudanças negativas em outras possíveis fontes de autoestima, como habilidades cognitivas e saúde.”

Toda essa análise se baseou em 191 artigos científicos sobre autoestima, que incluíam dados de quase 165 mil pessoas. Os cientistas conseguiram, com esse estudo, apresentar uma visão bem abrangente sobre como a essa auto percepção muda com a idade – por isso optaram por diferentes grupos demográficos e faixas etárias. Na cultura de hoje, que é quase obcecada pela juventude, muitos temem o envelhecimento. Mas, segundo a pesquisa, uns aninhos a mais podem fazer bem para sua autopercepção.
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Com informações da Revista Super Interessante