Maconha- Por que você não deve usar

Estudos recentes confirmam que o consumo de cannabis em adolescentes está associado ao risco de depressão, ansiedade e suicídio na idade adulta jovem

Em busca do prazer imediato muitos jovens dessa geração têm se entregado aos vícios e, um deles, é na maconha. Ainda existem aqueles que acham bobagem e que só um “baseado”, não faz mal pra ninguém, mas é aí que está o grande erro.

Um estudo recente divulgado em uma das melhores revistas de psiquiatria no mundo, Jamanetwork, revelou o impacto a longo prazo do uso de maconha em 23 mil adolescentes. A pesquisa aponta que  adolescentes usuários de maconha (em comparação com adolescentes não usuários) tiveram dados preocupantes e que precisam ainda mais de alerta dos pais e, principalmente dos jovens:
– risco 37% maior de desenvolver depressão na idade adulta;
– risco 50% maior de idealização suicida na idade adulta;
– risco de tentativa de suicídio triplicado na vida adulta.

Os autores da pesquisa afirmam que “a alta prevalência de adolescentes consumindo maconha gera um grande número de adultos jovens que podem desenvolver depressão e comportamento suicida atribuíveis à maconha. Este é um importante problema de saúde pública, que deve ser adequadamente abordado pelas políticas de saúde pública”. Enfatizam ainda que as políticas de prevenção devem “educar os adolescentes a desenvolver habilidades para resistirem à pressão do grupo para usarem drogas”.

É triste ver que na busca pela aceitação dos amigos ou como refúgio para os problemas do cotidiano e familiares, milhares de jovens diariamente se entregam ao álcool e as drogas, de modo geral. Mas, há um propósito muito maior e é necessário ter coragem para trilhar um caminho diferente. O problema é que a nossa geração faz escolhas pensando apenas no presente, no agora.

A passagem de 1 Coríntios 6:12 é clara: tudo me é permitido, mas nem tudo me convém. Precisamos passar aos nossos jovens que as dificuldades serão inevitáveis ao longo da vida, elas fazem parte do processo e são exatamente elas que nos fazem mais fortes para atingir o sucesso. E aos pais a missão de zelar e cuidar dos seus filhos com diálogo e atento aos detalhes e sinais que estes transmitem.

As drogas não são um caminho, mas um desvio. Esse estudo mostra uma realidade que vemos hoje em muitos adultos. Pessoas depressivas, suicidas e sozinhas. Não podemos nos calar! Como adultos devemos mostrar a realidade e instruir esses jovens dessas consequências que, muitas vezes, são irreparáveis.

Os jovens precisam colocar suas vidas no altar, escutar as pessoas que podem oferecer um futuro de verdade e não uma realidade passageira. Jovem, aprenda a escolher os ambientes que frequenta, os amigos que farão parte do seu ciclo. A maconha não deve ser encarada como uma droga mais leve porque ela traz sim consequências até fatais. Pais, instruam seus filhos, conversem, fiquem atento aos detalhes do comportamento. E nós, como igreja, vamos trabalhar para que esses dados diminuam. E o governo aplicar estratégicas preventivas para reduzir o uso de cannabis entre os jovens.

As escolhas que fazemos que confirmam o nosso propósito de vida

O fato de o ser humano estar se afastando mais de Deus e perdendo sua verdadeira identidade, o tem levado à busca incessante de coisas para preencher algo que não é palpável. Mas, a verdade é que não precisamos de coisas para sermos felizes. A felicidade não está vinculada ao que as pessoas possuem, pois, nesse caso, os países de primeiro mundo teriam os cidadãos mais felizes, e isso não acontece. 

Por exemplo, na Suíça o nível de vida é alto, mas o número de suicídios é assustador. Ter algo não é sinônimo de felicidade. O que nos faz felizes são as escolhas excelentes que podemos fazer todos os dias. Por isso podemos afirmar que nas escolhas que fazemos confirmamos ou não o nosso propósito de vida.

Escolhas não são boas ou ruins, simplesmente elas trazem consequências. Por isso o processo de escolhas envolve sabedoria e maturidade. Por exemplo, uma criança não pode meramente dizer que não vai mais à escola. Essa escolha não lhe pertence ainda. Quando ela terminar o ensino médio ela poderá, talvez, decidir se vai para a universidade ou não.

Se você quiser manter o seu peso ou diminuí-lo terá de fazer escolhas que, talvez, não sejam fáceis. Parar de comer as coisas de que gosta não é uma escolha fácil, contudo, é uma escolha consciente que trará resultados futuros. O problema é que a nossa geração faz escolhas pensando apenas no presente, no agora. Por isso se livrar do excesso de peso é tão difícil. Queremos satisfação e prazer imediatos e, por esse motivo, as drogas, os vícios, os jogos e o sexo ilícito são tão populares entre os jovens.