O que podemos aprender com o exemplo de Daniel?

A vida de Daniel é um exemplo de como podemos ser consagrados a Deus, independente das situações ou circunstâncias que nos cercam. Ele decidiu desde o início que sua vida iria honrar a Deus e seguir Seus princípios. O que aprendemos com Daniel?

a) Que é possível manter a fidelidade num ambiente contrário aos princípios cristãos. Ele andou entre feiticeiros, políticos invejosos e corruptos, porém não se deixou levar, nem pelo poder e nem pelo dinheiro.

b) Que uma pessoa não precisa quebrar os padrões bíblicos para se realizar. Ele não seguiu os ensinamentos que iam contra Deus; porém, não “bateu de frente”, mas usou de sabedoria para lidar com as diversas situações, e conquistou o coração dos seus perseguidores.

Deus precisa de pessoas sérias, comprometidas com Ele, consagradas, que influenciem a sua geração. Daniel serviu a vários reis, durante muitos anos, e construiu uma reputação que se perpetuou. Não negociou nenhum princípio da sua vida com Deus, manteve-se firme mesmo na iminência da morte. Ele viveu debaixo da soberania de Deus, sabendo que somente o Senhor poderia lhe dar uma vida completa e realizada.

Dessa forma, a escolha de viver uma vida consagrada a Deus independe da área que você atua, da posição que você ocupa, do lugar que você mora. O caminho para ter uma vida longa, cheia de emoções e de vitórias assemelha-se ao exemplo de Daniel. Faça a sua escolha hoje!

Será que ter dinheiro é sinônimo de ser próspero?

A sociedade hoje vive por aparências, por isso muitas pessoas permanecem trancadas em casa, isoladas uma das outros, porque a casa não está em “perfeito estado” ou porque os amigos vão “comer todo o estoque de comida” que há na dispensa. Temos de aprender que as pessoas são o nosso maior tesouro. Maria teve a oportunidade de dizer: “Seja bem-vindo, Jesus!”, enquanto Marta reclamava das obrigações domésticas. Por isso, temos de escolher viver as coisas mais importantes da vida.

O dinheiro, por exemplo, é usado muitas vezes para substituir o envolvimento afetivo. Muitos pais e maridos dão dinheiro aos filhos e esposas a fim de compensar a falta da sua participação afetiva na família e a maneira que aprendemos a lidar com o dinheiro em nossa família nos influencia e muito.

É certo que o dinheiro não deve ficar parado. Nosso dinheiro é feito para circular, produzir oportunidade para outros trabalharem, abençoar outros para que eles possam produzir mais. Se Deus nos deu oportunidade de sermos prósperos, nós precisamos dar oportunidade para que outros sejam prósperos também.

Porém, se o que temos desenvolvido em nossas vidas cristãs ou como pessoas não tem nos trazido o retorno que desejamos; se ainda temos dúvidas sobre a vida eterna; se estamos depressivos pela necessidade ou falta de alguma coisa em nossas vidas, precisamos fazer mudanças. Existem pessoas que escolhem ser pobres como uma maneira de se manterem sempre sob os cuidados de outros e novamente vemos o dinheiro como poder. Por isso, precisamos entender que só estaremos prontos para sermos prósperos quando estivermos dispostos a abrir mão dos nossos sentimentos e atitudes de vítima, inferioridade e murmurações.