Resgatar os filhos dessa geração

Diariamente somos testemunhas de centenas de jovens que se perdem. Drogas, bebidas, más companhias, prostituição são apenas alguns dos males que rodeiam os jovens e os distancia cada vez mais de suas famílias e de Deus. O que fazer para conectar o jovem com sua família? 

A cada dia crianças e jovens estão mais longe dos pais, longe do respeito e do carinho da família. Longe do propósito e da vontade de Deus. A família foi criada por Deus (Gn 2:24) e tem um papel fundamental na sociedade. 

A família é a célula central de uma sociedade. Ela forma personalidade, transmite valores essenciais de convivência como a dignidade, a confiança mútua, o diálogo, a solidariedade, a obediência as autoridades.

Esses valores são muito importantes para a harmonia em uma sociedade, sabendo disso o diabo tenta inverter esses valores, distanciando os pais dos filhos gerando assim uma geração perdida e longe de Deus. 

Hoje, o papel da família na sociedade está ofuscado, a necessidade se opõe ao investimento de tempo e de relacionamento dos pais com os filhos e isso distancia cada vez mais os filhos dos pais. E se os pais não imprimem os valores aos filhos o mundo imprime os seus próprios valores.

Crianças e jovens cada vez mais distantes do projeto perfeito de Deus, longe do criador e cada vez mais perto das drogas, da prostituição, dos vícios, mais perto da morte. O mundo faz questão de pegar na mão dessas crianças e ensinar coisas que vão trazer destruição a esses filhos. 

A igreja não pode se calar diante desse cenário. Foi dado à igreja o poder para resgatar os filhos dessa geração. Como pais espirituais devemos também ensinar nossos discípulos a andar no caminho do Senhor. É necessário pegar na mão do seu discípulo e ensinar. Ensinar a dizer não ao mundo e dizer sim a vontade de Deus. 

Imagens de dois cérebros infantis mostram a diferença que o amor dos pais faz

Quando alguém disser que amor demais “faz mal” à criança, tenha à mão essa imagem impressionante de dois cérebros infantis: o da esquerda é o de uma criança de três anos que foi bastante amada e cuidada pelos pais desde bebê. O da diereita é o de uma criança da mesma idade que foi negligenciada.

As tomografias divulgadas pelo Texas Children’s Hospital, nos Estados Unidos, deixam clara a diferença que o amor dos pais ou cuidadores faz no desenvolvimento dos bebês. O cérebro da direita, que é menor e tem estruturas mais obscuras, pertence a um bebê que viveu quase toda a vida com uma família abusiva, que lhe causou sofrimento e traumas emocionais. Já o da esquerda, visivelmente maior, vive com uma família amorosa e feliz.

“Estas imagens mostram o impacto negativo que a negligência e os maus-tratos têm no desenvolvimento do cérebro do bebê e criança. Este cérebro da direita é bem menor do que a média esperada para esta idade e tem ventrículos aumentados e atrofia cortical. Essencialmente, isso significa que o bebê da direita vai sofrer com atrasos no desenvolvimento e problemas de memória”, explicou o professor e psiquiatra Bruce Perry, chefe do setor de psiquiatria do Texas Children’s Hospital, em reportagem do portal Britânico Daily Mail.

O especialista explicou ainda que bebês e crianças que sofrem negligência emocional nos seus primeiros anos de vida têm dificuldades para formas vínculos saudáveis com outras pessoas, podendo desenvolver, no futuro, problemas em relacionamentos, tornando-se excessivamente dependentes de outras pessoas ou socialmente isolados.

O cuidado, o carinho e as demonstrações de afeto ajudam o bebê e a criança a se desenvolver de forma saudável e, ao contrário do que muitos dizem por aí, amor nunca é demais. Quanto mais segura e amada se sente a criança, mais ela desenvolve os mecanismos que levam à autonomia, independência e segurança emocional.

Já as crianças negligenciadas, de acordo com o psiquiatra Bruce Perry, podem desenvolver estresse muito cedo e ter problemas emocionais e de memória, o que dificulta todo o seu desenvolvimento.

Com informações do Daily Mail

Fonte: Portal Bol