Presença familiar combate o “mal-estar” do século nas crianças

Falta de disciplina contribui para o Transtorno de Déficit de Atenção com ou sem Hiperatividade (TDAH) 

Todas as vezes que você se distancia da presença de Deus, por mais que você seja bom, acaba tomando decisões erradas. Muitos pais ignoram os ensinamentos bíblicos para uma infância saudável, não zelam pelo ensino da palavra, não desenvolvem intelectualmente seus filhos, nem os disciplinam a viver a vida com humildade, amando uns aos outros. Hoje, muitas crianças sofrem do “mal-estar do século”, o Transtorno de Déficit de Atenção com ou sem Hiperatividade (TDAH).

Esse transtorno pode ser entendido como o reflexo de quem não encontra tempo para curtir a infância, reflexo de pais atarefados que dedicam pouco tempo aos filhos, de grupos familiares que normalmente vivem em áreas urbanas, dentro de apartamentos cercados por todo tipo de informação tecnológica: TV, celular, internet, etc. E por pessoas que não se importam ou não conseguem enxergar o mal que fazem para as suas crianças.

É mais comum do que pensam, encontrar crianças com a síndrome do TDAH, que acabam prejudicadas ainda mais com o uso de medicamentos e que dificilmente obterão o que necessitam. Ricardo Arnt, diretor da revista Planeta, escreve sobre o transtorno e diz: “A dinâmica social acelerada pode não ser a causa, mas o espelho de sociedades estressadas e exigentes.

Nesse sentido, a TDAH também pode ser uma invenção social para “absolver” pais ansiosos de crianças problemáticas, mal-educadas ou rebeldes”, analisou ele. Ricardo também alerta sobre o perigo do uso de medicamentos ao invés do uso do acompanhamento familiar.

Seguir princípios bíblicos nada mais é que direcionar corretamente seus filhos, educá-los, acompanhá-los, estimulá-los em uma vida familiar de amor uns para com os outros e para que vivam sem dificuldades de atenção, de organização, de memória e de planejamento. A bíblia adverte no livro de provérbios, para que, os pais, ensinem seus filhos à disciplina, pois a insensatez está ligada ao coração da criança. Adverte também, que a criança entregue a si mesma envergonha sua mãe.

Em provérbios 22.6, diz: “Instrua a criança segundo os objetivos
que você tem para ela,
e mesmo com o passar dos anos
não se desviará deles”. Este ensino é como um alerta, pois diz Provérbios 20.11 que “até a criança se dará a conhecer pelas suas ações, se a sua obra é pura e reta.”

Em 2 Pedro 3.17 diz: “…guardem-se para que não sejam levados pelo erro dos que não têm princípios morais, nem percam a sua firmeza e caiam.” O objetivo bíblico é apenas para que vivam uma vida abundante juntamente com seus filhos, ajudando-os a crescer em sabedoria e graça.

Seja uma figueira frutífera onde você estiver, faça a diferença

Uma vida sem propósito e infrutífera, pode levar uma pessoa a depressão.

Como podemos nos livrar da esterilidade, ausência de frutos, lembranças negativas, palavras amargas, reclamações da vida, dos amigos, da família, relacionamentos infrutíferos e etc? Este é um questionamento no livro Meditações. Na reflexão de hoje (10-10), uma pergunta: Como ser uma figueira frutífera?

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão afeta cerca de 340 milhões de pessoas e causa 850 mil suicídios por ano em todo o mundo. No Brasil, são cerca de 17 milhões de depressivos. A Depressão é apontada pela OMS como a quinta maior questão de saúde pública e até 2020 deverá estar em segundo lugar.

Tornar-se frutífero é seguir a direção contrária da depressão. Não é uma afirmação de que cristão não sofre ou não passa por momentos infrutíferos. Muitos personagens bíblicos passaram por momentos de grande aflição: o profeta Elias chegou a pedir a Deus que lhe tirasse a vida, Jó perdeu os filhos e teve grave doença, Ana sentiu amargurada de alma, entre muitos outros. No livro de Romanos 8.22 diz: “toda a criação junta persiste em gemer e junta está em dores”.

Esse estágio infrutífero normalmente está associado a busca por um propósito de vida. Os cristãos do primeiro século foram instruídos a consolar às almas deprimidas, 1 Tessalonicenses 5:14. A resposta está em no livro de João 15.16 que diz: “Não foram vocês que me escolheram; pelo contrário, fui eu que os escolhi para que vão e deem fruto e que esse fruto não se perca. Isso a fim de que o Pai lhes dê tudo o que pedirem em meu nome.”

Deus o escolheu para produzir frutos, e não para viver uma vida estéril, vazia. Seu propósito de vida é fazer a vontade de Deus, ajudar as pessoas que precisam e querem ser ajudadas, e disseminar as sementes de fé e cura aos corações feridos e carentes do amor e da misericórdia do nosso Deus. Seja uma figueira frutífera, e desfrute do melhor de Deus para sua vida e família!