Nossos filhos não precisam ser “formados pela vida”

A família idealizada por Deus se reverte do amor de Cristo e pratica o perdão entre si. A decisão  de mudar começa quando passamos a substituir os acontecimentos pelo propósito de Deus para nossa casa.  Quando começamos a aceitar como as coisas devem realmente ser aos olhos de Deus. Quando permitimos que Jesus reescreva a nossa história, recebemos o Seu poder de perdoar os nossos pais e rejeitar o modelo que recebemos deles.

A palavra de Deus nos capacita a criar um novo modelo, nos dá a sensibilidade para “olharmos ” os nossos filhos e cônjuges, a fim de supri-los emocionalmente. A família precisa de um ambiente de liberdade e aceitação, onde cada um possa se expressar como realmente é, sentindo-se valorizado por existir e pelo lugar que ocupa, e não pelo que faz.

familia-feliz12-300x231Nossos filhos não precisam ser “formados pela vida”. A vida os tornará pessoas amargas e insensíveis ao sofrimento alheio, porque ela é dura e endurecerá os seus corações. Nós podemos dar a formação que eles precisam. A família amorosa capacita os filhos a serem amáveis e menos sujeitos às frustrações diante do mundo. O processo de liberação dos filhos se dá sem maiores traumas se eles se sentem seguros para sair da dependência dos pais, passando a exercer a interdependência com a família.

Muitos pais não impões aos filhos os limites que eles precisam conhecer, transferindo às mães essa responsabilidade com a desculpa de que elas dispõem de mais tempo para estar com eles. Pai, não se omita à sua responsabilidade. Os seus filhos precisam receber de você os limites para se sentirem amados e valorizados. A imposição de limites é uma prova de amor, de preocupação com os filhos. Para estabelecer limites é necessário gastar tempo, porque o amor demanda tempo e dedicação.

Para alcançar vitória na família é preciso amor, perdão, convivência e renúncia ao egoísmo e vontade própria. Compreenda que agradar o filho para se aproximar dele, ser íntimo dele, não significa fazer tudo o que ele quer pelo sentimento de culpa surgido em função da ausência de outros afetos. Significa participar com ele de coisas que lhe são significantes.

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